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Sábado, 22 de Julho de 2006

Anna (Maria Emília Correia)

A mãe do Conde

 

Desde pequena que se destacou pelo seu dom para a dança, pela sua beleza extrema e pelo seu lado humano. Apesar de ter nascido numa humilde família, a sua elegância natural fascinava quantos a conheciam. Com uma forte vocação para o show business, Ana propôs-se a ser uma estrela, uma bailarina promissora ou uma cantora internacional.

Para isso, preparou-se com uma professora de “danças clássica e espanholas” que conheceu em Lisboa. Como tinha vontade e talento, conseguiu um lugar como corista num teatro-revista da capital. Foi aí que um jovem aristocrático a viu, quando estava de passagem por Lisboa: era Augusto Calderón de la Hoya, conde de um excêntrico e minúsculo condado, situado entre França e Espanha: Kricoragán.


Rendido à beleza da jovem, Augusto propôs-lhe matrimónio de imediato. Apesar dos atributos do conde, do seu título nobiliário e da possibilidade de viajar, Ana recusou a proposta. Afirmava que era um pássaro livre, alguém que não se podia enjaular, nem com a legítima jaula do amor e muito menos do matrimónio. Então, Augusto, sugeriu-lhe sincera e desinteressadamente levá-la a conhecer a Europa para continuar a sua carreira ali.

Ana aceitou sem hesitar. Entre eles nasceu uma amizade que, apesar dos esforços de Ana de não se prender a ninguém, depressa se converteu em amor. Na Europa alterou-se o seu nome Ana Maria por um sofisticado “Anna” e alcançou um lugar de reconhecimento no mundo do show business. Actuou nas melhores revistas do mundo: Follies, Lido, Moulin Rouge.


Com o tempo, a relação amorosa entre Anna e o jovem Augusto transformou-se em amor verdadeiro. Apesar da oposição familiar, Augusto e Anna casaram-se numa humilde capela de Montmartre, mas ela nunca se conseguiu adaptar a uma vida cheia de protocolos, compromissos e reverências. E os dois acabaram por se separar, já depois do nascimento de Máximo.

No entanto, Anna nunca deixou de amar o ex-marido e o maior desgosto da sua vida foi a morte dele. Para cúmulo dos males, um pequeno acidente impediu Anna de continuar a dançar. A vedeta mergulhou num desgosto profundo pela primeira vez na sua vida. Para tentar esquecer a sua dor começou a refugiar-se pelos casinos que encontrava, e entregou-se ao jogo.

FloribellaPTblog às 22:26